Aumento dos Combustíveis

Escrito por Super User.

30 de Outubro de 2014 · by Luis Lopes · in Comércio e Indústria

O brutal aumento dos combustíveis anunciado para 2015 mostra o desprezo e a falta de conhecimento do País em que vive o Governo e em particular o Ministro do Ambiente.

Os números vindos a público são claros: por força do Orçamento do Estado para o próximo ano, a Contribuição de Serviço Rodoviário será da ordem dos dois cêntimos por litro, 2,46 cêntimos com IVA; pelo lado da chamada fiscalidade verde, a taxa de carbono soma 1,5 cêntimos e, por último, a estimativa prevista em relação aos biocombustíveis deverá rondar 1,5 a 2 cêntimos na gasolina e 1,5 cts no gasóleo.
Contas feitas, facilmente se conclui que os automobilistas serão novamente esmagados pelos impostos, mas todos os contribuintes vão sofrer indiretamente com este disparo de preço nos combustíveis.
O Automóvel Club de Portugal há anos que alerta para a situação e muitas diligências tomou no sentido da defesa do consumidor e das empresas. Desta vez, é o próprio Governo na primeira pessoa a apontar uma arma aos consumidores. Como pretende arrecadar mais receita e desenvolver a economia em simultâneo?
Lamentavelmente vemos que o Ministro não vive seguramente em Portugal e desconhece em absoluto o País que governa. Acresce ainda que perante este quadro de miséria, o Governo não pretende de todo alavancar a economia. Basta olhar para Espanha e ver o que tem sido feito para acautelar os consumidores e a economia no que aos combustíveis diz respeito: não só a tributação é significativamente inferior à nossa, como se suspendeu o aumento da proporção de biocombustíveis no gasóleo.
Triste destino de um País que, apesar de ter saldado antes do tempo as dívidas aos credores internacionais, parece ter prazer em esmagar os seus contribuintes.

Fonte: ACP

Assembleia Geral

Escrito por Webmaster.

No dia 19 Julho de 2014, teve lugar em São Pedro do Sul, a Assembleia Geral ordinária da Anacse – Associação Nacional do Sector de Energia. O encontro que contou com a presença de 48 pessoas, em representação de 23 das 45 Empresas Associadas, realizou-se no Hotel do Parque, a cujos profissionais ficamos gratos, pela forma cordial e profissional como fomos recebidos. A Assembleia da Anacse, decorreu sem que tivesse havido desvio a um dos seus principais (senão o Maior) objectivos, e que consiste na constituição de Parcerias efectivas com Clientes e Fornecedores, por forma a criarem-se condições que assegurem uma continuidade laboral digna às Associadas da Anacse, e só assim ser possível salvaguardar a boa execução de obras e projectos. Assim, concluiu-se que: - A Parceria com os Fornecedores, está consubstanciada, e a comprová-lo está o facto de alguns deles se terem tornado inclusive Associados, situação que muito honra e orgulha a Anacse. - Já está concretizada uma parceria Efectiva e Real, com o Cliente EDP- Distribuição, resultado de diversas reuniões de trabalho, com resultados que podem no mínimo ser classificados de encorajadores e promissores, cabendo por isso deixar uma mensagem pública de agradecimento às pessoas da EDP-Distribuição envolvidas nessas reuniões, sendo certo que consideramos ainda haver, caminho a percorrer. - Relativamente à realização de Parcerias com outros Clientes, registamos a feitura e concretização de algumas delas, mas, continuamos a acreditar que o número e a qualidade são para aumentar, sendo nosso entendimento que estas Parcerias, devem ter por base, a definição de preços e condições justas a contratar, pois só assim é possível salvaguardar a dignidade, postos de trabalho e sobrevivência/existência das Empresas. Por último, continua a considerar-se como dado adquirido que as Parcerias constituídas ou a constituir com Fornecedores e Clientes, vão gerar sinergias em que a o TODO é seguramente maior que a soma de todas as partes, razão pela qual a Anacse esteve, está e vai continuar a estar disponível, para participar na sua concretização.


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11 ideias para sair mais forte da crise

Escrito por Webmaster.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/ [01 Março 2012 | 12:30 - Ana Pimentel]

Formação, inovação, horas de trabalho mais produtivas e parcerias com universidades são algumas das recomendações de Eugénio Monteiro para que as empresas portuguesas possam vencer a crise.

Eugénio Monteiro, professor na AESE, sugere mais horas de trabalho durante a crise.
Em 1952, Einsten escreveu que a crise é a melhor benção que pode acontecer às pessoas e países, porque leva a progressos. Segundo o cientista, a criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. "É na crise que nascem as invenções, as descobertas e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera-se a si mesmo"." Para ajudar as empresas a encontrar soluções para os problemas trazidos pela actual conjuntura económica, Eugénio Monteiro , professor na AESE - Escola de Negócios, listou 11 ideias para apresentar aos quadros das empresas. Conheça-as.


 

1.Formação para todos
Eugénio Monteiro deu o exemplo de Bob Galvin, da Motorola, que, em 1980 foi contra toda a equipa administrativa e avançou com um plano de formação para a empresa. Resultado: a produtividade cresceu 139% em cinco anos, teve um retorno elevado (por cada dólar investido, recuperou 30), aumentou a capacidade de inovar e a equipa tornou-se mais leal. Esta ideia é indicada, sobretudo, para empresas que não tenham grandes dificuldades financeiras, que actuem no sector tecnológico e estejam inseridas num ambiente competitivo. O professor afirma não existir uma só forma de estruturar um programa de formação, mas há linhas gerais a ter em conta: devem equilibrar as necessidades de cada unidade de negócio com a visão corporativa global, criar sistemas para medir e analisar os resultados, áreas de melhoria e o retorno sobre o investimento. A intuição, criatividade e compromisso podem levar a grandes decisões e resultados. Bob Galvin não sabia o que ia acontecer depois de avançar com o plano de formação, mesmo sem ter o apoio do Conselho de Administração. Mas o resultado não poderia ser melhor, levou a Motorola à liderança de mercado.

2.Estimule novas ideias e partilhe preocupações
O segundo conselho do professor da AESE é claro: peça a todos os colaboradores ideias para melhorar a fiabilidade e produtividade da empresa, reduzindo os custos. Deu o exemplo de José Ignacio Lopes, na General Motors, em Saragoça, Espanha, onde se fazem os carros Corsa. José Lopes pediu a todos os que visitassem uma exposição de partes homogéneas de seis carros equivalentes ao Corsa para darem ideias de melhoria. Recolheu 25 mil sugestões numa semana. Classificou-as e ordenou-as , tendo acabado por contribuir para o sucesso na fiabilidade e redução de custos. O professor relembra os conselhos de James Lincoln, docente na Universidade de Berkeley, California, que diz que a continuidade no emprego é o primeiro passo da eficiência. Como? Durante os períodos fracos, deve-se fabricar para stocks, porque, regra geral, os custos são mais baixos, devido à queda do custo dos materiais. Depois, desenvolver máquinas novas e melhorar métodos de produção, reduzindo preços, porque os custos baixam. Segundo o especialista, os trabalhadores gostam de contribuir para reduzir custos. Em quarto lugar, os gestores devem explorar novos mercados e desenvolver novos produtos. Em resumo, James Lincoln considera que a direcção deve ter sempre um plano para uma eventual crise, mesmo que esteja em "tempos de vacas gordas".

3.Comprometa todos na busca de soluções
Para explicar esta ideia o professor da AESE foi buscar o exemplo do modelo da Matsushita ElectricCo, em 1930. Como tinha excesso de produção sobre as vendas pediu aos colaboradores que trabalhassem apenas meio dia, pagando o salário completo. Ao mesmo tempo, desafiou-os a concentrarem-se em aumentar as vendas nos tempos livres. Os colaboradores levaram o desafio a sério, venderam os produtos em stock e retomaram o trabalho normal.

4.Mais trabalho durante a semana
Foi neste ponto que a controvérsia se gerou no auditório da AESE. Apesar da ideia inicial de Eugénio Monteiro ser a de propor mais horas de trabalho por semana enquanto durar a crise, para reduzir o custo unitário de produção, o professor acabou por explicar ao Negócios que tudo tem a ver com a forma como se aproveita o tempo. "Temos todos de tomar consciência de que estamos a trabalhar muito pouco. Eu diria que, se calhar, o tempo efectivo de trabalho de um colaborador ronda os 70%. Duvido que sem exigência pessoal se possa chegar longe, o que vai obrigar as pessoas a procurarem formas de serem mais produtivas." E acrescenta que o sentido de responsabilidade tem de ser interiorizado nas empresas, sem distracções pelo meio.

5.Reduza as suas margens de lucro
Pode ser um dos pontos mais discutido pelos empresários, mas Eugénio Monteiro garante que as empresas acabarão por vender mais se os seus administradores abdicarem mais da margem de lucro que definiram à priori. A tendência das organizações costuma ser a de pedir esforços aos colaboradores, explica o professor, mas o essencial é que o exemplo venha de cima, para que se possa, efectivamente, reduzir custos.

6. Esqueça a Europa
É altura de esquecer a Europa, diz o professor da AESE. Os países de alto crescimento, como o Brasil, Angola,Moçambique, Índia, China entre outros, são os mais indicados para vender e fabricar os produtos das empresas portuguesas, explica Eugénio Monteiro. "[os empresários devem] ter em conta que o custo de produção na Europa é muito alto, pelo que terá de se reduzir os custos ou fabricar localmente", diz. O professor adianta que as organizações devem exportar produtos que sejam apreciados nestes países, que tenham um valor alto intrínseco, que sejam difíceis de produzir "in loco" e que as pessoas mais ricas queiram comprar.

7. Unir a produção às parcerias
A recomendação do professor é que as empresas passem a fabricar os seus produtos em países com custos baixos, que produzam bem e a bons preços. Eugénio Monteiro dá o exemplo da Índia, onde a Efacec, por exemplo, produz para venda local e exportação através de três parcerias, que segundo o professor, poderão elevar-se a cinco. E dá mais exemplos, como o da Petrobec (bombas de gasolina), fábricas de sapatos (Sofrepa, Jefar), entre outras.

8. Mais I&D para melhorar a produtividade
Com mais investimento em Investigação & Desenvolvimento (I&D), é possível que os produtos das empresas penetrem na base da pirâmide social, segundo o professor. Eugénio Monteiro explica que, na Índia, por exemplo, há uma óptima experiência de novos modelos de negócio, como os telefones móveis, os "carros nano", os purificadores de água para beber ou a produção de fármacos, entre outros. O carro Nano é um modelo da Tata Motors, cujo preço começa nos 2.500 dólares norte-americanos, sendo dos carros mais baratos do mercado. Foi lançado em Janeiro de 2008 e a sua fábrica está instalada em Singur, no estado de Bengali Ocidental, na Índia.

9. Procure colaborar com as universidades
Eugénio Monteiro afirma que existem estudos ou teses de mestrado e doutoramento sobre temas especializados que podem ser aproveitados pelas empresas, como fez a Galpvem no passado. Os académicos podem ajudar a encontrar soluções para alguns problemas organizacionais, no âmbito do consumo energético, por exemplo, da utilização da energia solar, entre outros. O professor explica que estas parcerias dão um sentido prático às teorias e fornecem base de recrutamento de profissionais qualificados, desenvolvendo um sentido prático, de empreendedorismo, quer nas pessoas da organização, quer nas da Universidade.

10. Eficiência e economias de escala
Se conseguir que a sua empresa reduza custos, vende mais, o que dá para equilibrar a exploração total do seu negócio, prestando serviços ao preço normal, outros a um preço marginal ou até nulos, diz Eugénio Monteiro. Aqui, o professor deu o exemplo da AravindEyeCareSystem, no qual apenas 35% dos pacientes paga a factura hospitalar, enquanto que 65% não paga nada. O Dr. Devi Shettye é outro exemplo, desta vez em cirurgia cardíaca. Devido à grande eficiência do seu trabalho, o Dr. Davi Shettye consegue atender várias pessoas num só dia e o custo médio é mais baixo, segundo o professor. Outro dos conselhos é reorganizar o "outline" da fábrica, inovando no design dos processos e na própria organização, criar "task-forces" (grupo de pessoas que trabalham juntas para um só objectivo) temporárias para reduzir custos, de preferência com pessoas que tenham uma visão "fresca e sem preconceitos". Por último, porque não lançar desafios a equipas empreendedoras, em fase de afirmação? Foi desta forma que surgiu o carro Nano.

11. Aposte na criação de novos produtos
Eugénio Monteiro acredita que as empresas devem lançar produtos focados para servir as necessidades reais da sociedade. Acrescenta que devem ser utilizadas capacidades jovens e dinâmicas para desenhar produtos e serviços adequados. As ideias mais frescas podem vir dos estagiários, que têm mais sede de agitar o sistema se estiverem bem enquadrados e motivados, diz. Segundo o especialista, os novos produtos devem ser mais acessíveis para substituir outros ou preencher necessidades emergentes.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/ [01 Março 2012 | 12:30 - Ana Pimentel]

Um planeta não chega

Escrito por Webmaster.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/ [08 Junho 2012 | 09:00 - José Miguel Dentinho]

A Terra leva um ano e meio para repor recursos consumidos anualmente

Pressão demográfica | Até 2050 a população mundial crescerá para os 9 mil milhões de pessoas.

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Os seres humanos consomem, a cada ano, um montante de recursos naturais 50% superior ao que a Terra pode produzir de forma sustentável nesse mesmo período. Os dados são do World Wild Forum (WWF).

De acordo com o relatório Living Planet, a Terra leva um ano e meio a repor todos os recursos que a população mundial consome a cada ano. Para muitos ambientalistas, a cimeira Rio+20, que será realizada no Brasil em Junho, é uma oportunidade para os países proporem melhorias para proteger a natureza e o nosso futuro.

Nas quatro últimas décadas, a humanidade testemunhou um crescimento e uma prosperidade sem precedentes. Entretanto, a economia mundial triplicou e a população cresceu até aos 7 mil milhões. Esta evolução foi acompanhada pelo aumento da poluição ambiental, crescimento do efeito de estufa e degradação dos recursos naturais.

O actual modelo de crescimento e a má gestão dos recursos naturais pode, em última instância, minar o desenvolvimento humano. Algo tem de mudar.

O relatório Perspectivas Ambientais da OCDE para 2050 coloca a questão: "O que acontecerá nas próximas quatro décadas?" Baseado em modelos conjuntos da OCDE e da Netherlands Environmental Assessment Agency (Agência de Avaliação Ambiental da Holanda), esta perspectiva lança um olhar até ao ano 2050 para descobrir o que a evolução prevista da demografia e da economia pode representar para o ambiente, se o mundo não adoptar políticas verdes mais ambiciosas.

Em 2050, espera-se que a população da Terra aumente até aos 9 mil milhões e que a economia mundial cresça quase quatro vezes. A procura de energia e recursos naturais será cada vez maior.

As projecções apontam para quase 70% da população mundial a viver em zonas urbanas em 2050, ampliando ameaças como a poluição atmosférica, o congestionamento de tráfego e a gestão deficiente de resíduos.

As projecções indicam um abrandamento das taxas médias de crescimento do PIB na China e na Índia. Mas em África podem-se verificar taxas de mais elevadas entre 2030 e 2050. 

Nos países da OCDE prevê-se que, em 2050, a população com mais de 65 anos de idade suba dos 15% actuais para mais de 25%s. Na China e a Índia também se prevê um envelhecimento, enquanto se espera um rápido aumento das populações jovens noutras partes do mundo, principalmente em África. Estas mudanças demográficas, em conjunto com padrões de vida mais elevados, implicam maior consumo e exigência de recursos, o que terá consequências significativas para o ambiente. Uma economia mundial quatro vezes maior superior à actual irá consumir mais 80% de energia em 2050. Sem políticas mais eficazes, a parcela de energias fósseis no paradigma energético manter-se-á em cerca de 85%.

As economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul (os "BRIICS") serão as principais utilizadoras de energia. Para alimentar uma população em crescimento, deverá expandir-se o uso da terra para fins agrícolas na próxima década, embora a um ritmo em abrandamento. 

No cenário de Referência do estudo da OCDE, as pressões do crescimento demográfico e de elevação dos padrões de vida sobre o ambiente ultrapassarão os progressos na redução da poluição e na eficiência da gestão dos recursos. Por isso prevê-se a degradação e erosão contínuas do capital do ambiente natural até 2050, com o risco de ocorrerem alterações irreversíveis que podem colocar em risco dois séculos de melhoria dos padrões de qualidade de vida.

Agir agora é ambiental e economicamente racional. Por isso o relatório da OCDE sugere que, se os países actuarem agora, há uma probabilidade - embora em recessão - de as emissões globais de gases com efeito de estufa atingirem o pico em 2020, limitando o aumento da temperatura média mundial a 2 ºC. Aconselha também a fixação de um preço global do carbono, o que poderia baixar em quase 70% as emissões em 2050. Isto iria abrandar o crescimento económico anual em 0,2 pontos percentuais, em média, com custos aproximados de 5,5% do PIB em 2050. O preço será pouco relevante se o compararmos com os custos da inactividade, que algumas estimativas indicam poderem ascender a 14% do consumo médio per capita mundial. O melhor mesmo é a humanidade começar agora. Como apela a comissária Europeia do Clima, Connie Hedegaard, "usemos a próxima cimeira Rio+20 como pontapé de saída para a transição global para o modelo de crescimento sustentável no século XXI que o mundo tanto necessita".

 

Mudanças no planeta

- Até 2050 é provável que ocorram alterações climáticas mais perturbadoras, com o aumento da emissão de gases com efeito de estufa (GEE) da ordem dos 50%, principalmente devido ao crescimento de 70% das emissões de CO2 associadas ao consumo energético. 

- Haverá aumento de 3 a 5 ºC na temperatura média global até ao fim do século, o que ultrapassa o objectivo internacionalmente acordado de o limitar a 2 ºC acima dos níveis pré-industriais.

- Continuará a perda de biodiversidade, principalmente na Ásia, Europa e África Austral.

- De acordo com o estudo Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, a perda de biodiversidade e dos benefícios dos serviços dos ecossistemas, associados à perda global de florestas, por exemplo, tem um valor estimado entre 2 e 5 mil milhões de dólares por ano.

- Aumento de 55% das exigências globais de água até 2050, devido à procura crescente por parte actividade fabril (+400%), geração termo-eléctrica (+140%) e consumo doméstico (+130%).

- Em algumas cidades, particularmente na Ásia, as concentrações de poluição atmosférica já ultrapassam largamente os níveis de segurança definidos pela Organização Mundial de Saúde.

- Devido às suas populações envelhecidas e urbanizadas, os países da OCDE tendem a ter uma das taxas mais elevadas de mortes prematuras provocadas pelo ozono troposférico, com apenas a Índia à frente.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/ [08 Junho 2012 | 09:00 - José Miguel Dentinho]